“Se pudéssemos saber, em primeiro lugar, em que ponto nos encontramos e
até que ponto avançaremos, estaríamos em melhores condições para julgar o
que fazer e como fazê-lo”
Abraham Lincoln
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Equipa em trabalho de análise. Fonte: blogs.pjstar.com |
Semelhantemente e fazendo a analogia ao C4IRS, o combate aos incêndios florestais tem que adoptar esta concepção de Rede Centrica (oposta ao egocentrismo), a qual possibilita a partilha em simultâneo de dados e de informação entre as diferentes unidades de combate, técnicos de DFCI, autoridades, entre outros envolvidos no Teatro de Operações – sendo um factor fundamental para o incremento da qualidade da informação no Posto de Comando, o que resulta num conhecimento situacional muito mais preciso e na necessária sincronização das três funções operacionais científicos-tecnológicas básicas:
- Sensoriamento: busca da informação sobre o relevo, condições meteorológicas, população, meios e recursos e as ameaças presentes (zonas de interface urbano-florestal, povoamentos, áreas protegidas, etc);
- Processamento: tomada da decisão e sua implementação;
- Atuação: extinção do incêndio – incrementando ao combate ao incêndio uma significativa agilidade, eficiência, eficácia e, essencialmente, a proatividade em todo o processo.
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Fonte: bloximages.chicago2.vip.townnews.com |
Sendo assim, o Posto de Comando Proativo possibilita aos comandantes, em todos os níveis - estratégico, operacional e tático - manter a iniciativa das ações, conservando de modo permanente, a imprescindível postura proativa requerida em qualquer plano ou situação de emergência e, muito particularmente, nos Grandes Incêndios Florestais.
Desenvolvido e postado por:
Emanuel de Oliveira
SMPC/GTF de Vª Nª de Cerveira
Emanuel de Oliveira
SMPC/GTF de Vª Nª de Cerveira
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