sábado, 22 de setembro de 2012

Proposta de um Modelo para Determinação do Índice de Risco de Incêndio Florestal

Postado por: Emanuel Oliveira SMPC/GTF de Vª Nª de Cerveira   Adaptação do Lowveld Fire Danger Rating System/Fire Danger Index de Laing & FDI de McArthur O Modelo que seguidamente se apresenta é uma adaptação do modelo Fire Danger Rating System de Lowveld (LFDRS) amplamente utilizado na África do Sul. O LFDRS da África do Sul é uma adaptação do Fire Danger Index (FDI) desenvolvido por Michael Laing no Zimbabwe (então Rodésia) em 1968 (Laing, 1978). O modelo básico utiliza as mesmas entradas que o modelo de McArthur, que são dimensionadas para produzir um modelo simples que pode determinar valores facilmente sem precisar de cálculos...

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Artigo de Opinião: O abandono florestal é causa de acidentes de combatentes!?

Postado por: Emanuel Oliveira SMPC/GTF de Vª Nª de Cerveira Após a leitura do artigo publicado no Público online, de 18.09.2012, titulado «Bombeiros dizem que abandono florestal e clima tornam fogos “menos previsíveis”», cujas declarações e opiniões são da exclusividade de Jaime Soares, Presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), pelo que discordando com a natureza das justificações relativamente aos acidentes que vitimaram mortalmente, neste verão, três combatentes, cumpre-me esclarecer algumas questões para o bem de todos os combatentes e responsáveis pelo combate. Apesar de concordar com a situação crítica da gestão florestal...

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

CURSO EM ANÁLISE DE INCÊNDIOS FLORESTAIS E USO DE FOGO DE SUPRESSÃO

 Artigo de: Artur Borges - GTF de Felgueiras Paulo Bessa - GTF de Penafiel O Território Português, à semelhança dos restantes Países Mediterrâneos, reúne as condições necessárias para a ocorrência de Grandes Incêndios Florestais (GIF), caracterizados por grandes áreas ardidas e por um comportamento extremamente violento do fogo, e que obrigam a uma mobilização e empenhamento de meios nunca antes vistos nos teatros de operações e com custos insuportáveis para um País limitado em recursos pela crise financeira a que se assiste. Os GIF desenvolvem comportamentos extremos fora da capacidade de extinção existente, sendo necessária a...

Recuperação do Local Estratégico de Estacionamento

 Artigo de: Eduardo Afonso & Diana Exposto SMPC/GTF de Valença Recentemente a equipa de sapadores florestais fez intervenções de recuperação de um posto de vigia desativado  no lugar do Monte do Faro, é usado como Local Estratégico de Estacionamento, sendo considerado um ponto no território de ótimo posicionamento de unidades de primeira intervenção. Tem uma visibilidade sobre a área a Este, Norte e Sul do concelho.Foram feitas limpezas no seu interior e corte de mato na sua área envolvente, para melhor servir a vigilância no concelho, em coordenação com o posto de vigia 25.01, situado no Perímetro florestal da Boalhosa a...

VALENÇA: PERSISTÊNCIA E MUITAS ÁRVORES!

 Artigo de: Eduardo Afonso & Diana Exposto SMPC/GTF de Valença A vontade sempre foi muita por parte de todos os que trabalham no Gabinete Técnico Florestal de Valença (dois técnicos e Equipa de Sapadores Florestais, com cinco elementos). A ideia partiu inicialmente na garantia de autonomia própria na criação e manutenção de árvores num horto florestal municipal.Com existência de cerca de dois anos, o horto situa-se no estaleiro municipal da Câmara Municipal de Valença, conta com cerca de vinte mil árvores que se repartem por várias espécies, como, pinheiro bravo; pinheiro manso; medronheiro; Chamaeciparis; Catalpas bignonioides;...

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Auditoria. Despesas de funcionamento ficam com 80% do fundo florestal

 Por Ana Suspiro, publicado em 10 Set 2012http://www.ionline.pt Desde 2009, que o fundo criado para apoiar reflorestação financia sapadores florestais e gabinetes técnicos florestais Cerca de 80% dos subsídios atribuídos através do Fundo Florestal Permanente em 2011 destinaram-se a financiar despesas com carácter fixo, em particular despesas de funcionamento das equipas de sapadores florestais e dos gabinetes técnicos florestais. Esta é uma das principais conclusões da auditoria financeira pedida pela ministra da Agricultura, Assunção Cristas, ao fundo florestal. O relatório da Inspecção-Geral da Agricultura e Pescas, que foi homologado...

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Desagravamento da situação de seca meteorológica nas regiões Norte e Centro

O valor médio da quantidade de precipitação em Portugal Continental (14.4mm), em agosto, foi próximo do valor médio 1971-2000 (13.7mm). Os valores de precipitação mais elevados, registados no mês de Agosto, ocorreram essencialmente nos dias 14, 15 e 24 e em particular nas regiões do litoral Norte e Centro. Assim, o mês classifica-se na região Norte como chuvoso a extremamente chuvoso nas zonas próximas do litoral e normal nas zonas do interior; na região Centro o mês classifica-se como normal a chuvoso e na região Sul como normal a seco, exceto no sudoeste alentejano onde foi chuvoso. Devido aos valores mais altos de precipitação que ocorreram nas zonas do litoral Norte e Centro, verificou-se no final de agosto um desagravamento da intensidade da situação de seca meteorológica nessas regiões....

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Combate aos Incêndios Florestais - O Caso da Galiza

Seguidamente, transcreve-se parte da Exposição do Caso da Galiza, do autor Tomás Fernández-Couto Juanas, então Director-Geral de Florestas e Indústrias Florestais, da Xunta de Galicia, publicada nas Actas do Seminário Internacional de Prevenção, Detecção e Combate de Fogos Florestais, organizado pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento no ano 2005, em Lisboa. Este artigo pretende uma reflexão à actual política florestal e à organização do combate aos incêndios florestais, em virtude da semelhança da Galiza com Portugal. À medida que vamos lendo, vamos encontrar respostas às nossas questões, principalmente: o porquê de em Portugal arder...

sábado, 1 de setembro de 2012

Incêndios florestais, a cara amarga do verão

Artigo de Rosa Planelles, professora de Defesa da Floresta na Escuela Técnica Superior de Ingenieros de Montes da Universidad Politécnica de Madrid, sobre os incêndios que assolam a floresta espanhola. 24.07.12 Por ROSA PLANELLES. Todos parecemos treinadores de futebol Opinamos sobre os alinhamentos da nossa equipa nos jogos, as posições ocupadas pelos jogadores, as mudanças ou os momentos mais oportunos para fazê-las. Quando a equipa ganha, todos ganhamos mas quando perde, a culpa é do treinador… Quando ocorre um grande incêndio florestal a situação parece-me semelhante. Parece que todos sabemos o que ocorreu ou o que deveria ter acontecido;...

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