domingo, 29 de julho de 2012

Estará a fechar-se um ciclo de Grandes Incêndios Florestais? 2005 Repete-se!?

 Postado por: Emanuel OliveiraSMPC/GTF de Vª Nª de Cerveira Em 19 de Março deste ano, sob o post titulado «O Ano Hidrológico 2011/2012 e os Incêndios Florestais de 2012. O “Inferno” pode repetir-se!?» tive a oportunidade de expor uma preocupação geral pela semelhança dos anos hidrológicos 2004/2005 com 2011/2012, no que respeita à evolução do número de ocorrências e da área ardida, à evolução meteorológica e os seus índices de seca e de risco diário de incêndio. Face à situação dos incêndios florestais de inverno que afectaram o território do Alto Minho, afirmei naquele artigo que o ano 2012 parecia seguir a tendência de 2005, ao nível...

sábado, 28 de julho de 2012

INCÊNDIOS FLORESTAIS. NÃO PODEMOS BAIXAR A GUARDA

Artigo de Informe Incendios Forestales 2011 Greenpeace Espanha O artigo (incluído no Relatório de Agosto de 2011) que seguidamente se transcreve esboça a preocupação da Greenpeace Espanha sobre os incêndios florestais, abordando de forma tecnicamente sustentada a relação do actual modelo de gestão florestal, com o modelo de extinção e a mudança climática. Vale a pena ler o artigo que foi traduzido para português dada a importância pela similitude com a realidade florestal portuguesa. Sendo um artigo que não só nos deve deixar a pensar, mas antes que nos sirva como técnicos, agentes ou políticos com competências em matéria florestal a tomarmos...

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Informação Meteorológica de Incêndios

Postado por: Emanuel de OliveiraSMPC/GTF de Vª Nª de Cerveira À semelhança do trabalho desenvolvido na vizinha Espanha, com especial destaque para a UNAP do Centro Operativo Regional de Lucha Contra Incendios Forestales da Dirección General de Montes y Espacios Naturales da Junta de Castilla La Mancha, o Serviço Municipal de Protecção Civil de Vila Nova de Cerveira considerou a importância de divulgar a situação meteorológica relacionada com os incêndios florestais, seguindo um modelo semelhante. Tal como se procedeu com a informação de alertas por e-mail e sms, em que o SMPC de Vª Nª de Cerveira já leva a cabo há cerca de 5 anos, constitui...

terça-feira, 10 de julho de 2012

Inauguração da Obra de Requalificação do Centro de Meios Aéreos (CMA) de Arcos de Valdevez

Postado por: Alexandra NogueiraSMPC/GTF de Arcos de Valdevez  No âmbito das Comemorações do dia do concelho de Arcos de Valdevez, dia 11 de Julho inaugurar-se-á a obra de requalificação do Centro de Meios Aéreos (CMA) de Arcos de Valdevez, na presença do Exmo. Sr. Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Administração Interna, Eng.º Juvenal Peneda. A obra de requalificação do CMA corresponde a uma edificação complementar à actualmente existente, para alojamento dos militares que constituem a o Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro – GIPS, pertencentes à GNR, constituído por um efectivo de 35 militares. O projecto de requalificação...

terça-feira, 3 de julho de 2012

Eduardo Rojas: “Para salvar a floresta dos incêndios, há que geri-la”

Artigo de Antonio Cerrillo BarcelonaJornal La Vanguardia Eduardo Rojas, subdirector geral da FAO e responsável pelo seu departamento florestal, é um grande conhecedor dos incêndios florestais e da gestão florestal. Nesta entrevista, pede que os serviços que a floresta oferece sejam remunerados pela sociedade. Quais as reflexões que lhe vêm à cabeça a partir destes incêndios em Valencia? Ainda que evidentemente prematuro saber o alcance dos danos, tratam-se dos incêndios mais graves ocorridos na Comunidade Valenciana e na faixa mediterrânea espanhola desde 1994. Os incêndios florestais são um elemento estrutural do clima mediterrâneo pelo...

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Fase mais crítica dos fogos arranca sem carta das zonas mais vulneráveis

O período mais crítico dos fogos, a fase Charlie, arranca hoje sem que tenha sido feita a carta anual de risco estrutural dos incêndios florestais, que permitia actualizar as zonas mais vulneráveis às chamas no Verão e pré-posicionar os meios de combate de acordo com o nível de risco atribuído a cada área. Até 15 de Junho arderam mais de 34 mil hectares, o valor mais alto da última década (Foto: Adriano Miranda) Entre 1995 e 2010 foi feita anualmente essa carta de risco, mas segundo, José Miguel Cardoso Pereira, que foi o responsável pelo projecto no Instituto Superior de Agronomia, por dificuldades financeiras a mesma não é feita há...

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