segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Incêndios 2010 (Greenpeace)

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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Há áreas em Portugal que já arderam catorze vezes em três décadas

in Público 20.09.2010 - Por Ana Fernandes Não são mais que imberbes rebentos. Arderam há três anos mas já estão a ser pasto de chamas novamente. São muitas as áreas no país que ardem e voltam a arder num curto período de tempo, o que indica que ali há dedo dos pastores. Daí que alguns critiquem a recente decisão do Governo de pagar a alimentação do gado que perdeu o seu pasto nos incêndios. "É um incentivo para que continuem as queimadas", afirmam. "Não vamos deixar morrer os animais", responde o ministério. A relação entre a pastorícia e os incêndios em determinadas áreas - caso da regiões em volta de Castro Daire/Marco de Canaveses ou em redor de Mangualde/Gouveia, para dar alguns exemplos - fica clara quando se olha para a quantidade de vezes que uma mesma zona ardeu nas últimas três décadas....

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Distritos do Noroeste ardem mais que o resto do país

in Jornal Noticias 31/08/2010Proporção de área ardida é muito maior no Porto, Braga e Viana do CasteloOs distritos do Porto, Braga e Viana do Castelo ardem mais vezes e registam uma maior proporção de área ardida do que o resto do país. Em 19 anos, ardeu o equivalente a quase um terço do território do Noroeste. No país, a proporção de área ardida equivale a um quinto.O Noroeste de Portugal é a região onde ocorre o maior número de incêndios em Portugal. Analisados os números, verifica-se que é nos distritos do Porto, Braga e Viana do Castelo que se situam 43% das ocorrências registadas em Portugal Continental. Se a análise incidir sobre o total de área ardida, a realidade é um pouco menos sombria, mas ainda assim preocupante: 15% da área ardida entre 1990 e 2008 localizavam-se nestes três distritos.Dados...

domingo, 5 de setembro de 2010

Chuvas torrenciais podem "matar" solos florestais

Por Alfredo Maia, Jornal de Notícias Técnicos da Autoridade Florestal Nacional estão a fazer o levantamento das necessidades de medidas de emergência para a erosão causada pelos incêndios, mas muito solo pode perder-se com as chuvadas repentinas e intensas se não forem atacadas já. “Tenho estado no terreno e verifico que já há medidas em desenvolvimento no imediato”, garantiu ao JN o director nacional de Defesa da Floresta da Autoridade Florestal Nacional (AFN), Paulo Mateus. Em S. Pedro do Sul, onde três grandes incêndios consumiram 4500 hectares, “já estava a ser retirado o material lenhoso ardido e a deixar material nos declives para que...

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