GTFs do Alto Minho na Defesa da Floresta desde 2005
Os Técnicos dos Gabinetes Técnicos Florestais desempenham funções no âmbito do Planeamento Municipal da Defesa da Floresta Contra Incêndios desde 2005. Desde então, são várias as acções que visam a prevenção estrutural contra incêndios.
GTFs do Alto Minho planificam a Rede de Pontos de Água
Os Municípios da região,através dos seus técnicos têm vindo a planificar, projectar a estratégica rede de pontos de água, os quais têm sido objecto de intervenções visando a sua necessária manutenção e adaptação aos meios aéreos .
GTFs do Alto Minho apoiam acções de Fogo Controlado
O Alto Minho foi pioneiro em acções de fogo controlado, mediante a iniciativa do ilustre Eng.º Moreira da Silva. Desde 2009 o uso do fogo técnico tem tido um papel cada vez mais importante na gestão de combustíveis, no melhoramento de pastagens, no controlo de infestantes e na gestão cinegética.
GTFs do Alto Minho assumem a Missão Pública do Uso do Fogo Técnico
Hoje, todos os técnicos dos GTF's do Alto Minho encontram-se devidamente formados para levarem a cabo a missão pública do uso do fogo técnico, mediante o importante apoio das diversas equipas de combatentes da região: bombeiros, sapadores florestais, GIPS, entre outras.
GTFs do Alto Minho actuam pela Conservação da Floresta
São já as centenas de hectares de faixas de gestão de combustíveis executadas, bem como centenas de quilómetros de rede viária beneficiada, ao abrigo dos Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios, em vigor desde 2007.
GTFs do Alto Minho Unidos na Luta Contra Incêndios
Os Gabinetes Técnicos Florestais do Alto Minho destacam-se pela intensa dinamização, inter-cooperação, acções integradas e por uma política regional de intermucipalidade, com vista a aumentar a eficácia e a redução de custos. Contudo ainda há muito para fazer, mas os seus técnicos operacionais, estão prontos para os novos desafios.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Queima de Encerramento do Curso de Fogo Controlado do Alto Minho
00:06
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012
"Gestões ruinosas" colocaram três corporações de bombeiros em falência técnica - JN
19:14
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Em causa estão, segundo referiu, os casos dos corpos de bombeiros de Marco de Canaveses, Vila Meã (Amarante) e Leixões (Matosinhos).
José Miranda, que fez estas declarações após um encontro com o deputado do PCP Jorge Machado, separou estes problemas dos que afectam a generalidade dos corpos de bombeiros, que se prendem com a falta de um "financiamento estruturado" e a baixa comparticipação estatal no transporte de doentes.
O problema destes três corpos de bombeiros "não é de agora", resultando de "três gestões desastrosas que as actuais direcções encontraram e que estão a ver-se em muitas dificuldades para resolver", frisou.
Acrescentou que se trata de questões que já estarão na alçada do Ministério Público.
Federação do Porto alerta para risco de falência generalizada das corporações de bombeiros - JN
19:14
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"A continuar esta situação, dentro de um mês teremos, tipo castelo de cartas, os corpos de bombeiros a cair por aqui abaixo", disse o presidente da Federação, José Miranda, após um encontro com o deputado do PCP Jorge Machado.
O distrito do Porto tem 45 corpos de bombeiros não profissionais que, além de contarem com a prestação de 4.500 voluntários, empregam 800 pessoas, essencialmente adstritas ao serviço de transporte de doentes.
José Miranda admitiu que o transporte de doentes era uma actividade lucrativa, que ajudava a superar os défices nos serviços de incêndios e de socorro a sinistrados, mas realçou que actualmente gera "prejuízos elevados", decorrentes da baixa da comparticipação estatal de 67 para 48 cêntimos por quilómetro, numa altura em que o preço do gasóleo subiu 50 por cento.
Sublinhando que o contexto económico-social impede a corporações de resolverem os seus problemas pela via dos peditórios, José Miranda disse que, com o quadro actual, "veio ao de cima aquilo que já devia ter sido resolvido há alguns anos e que é o financiamento estruturado dos corpos de bombeiros por parte do Estado".
"Isto nunca foi feito, o poder tem empurrado este problema com a barriga, mas agora não dá mais", assinalou.
Também o deputado comunista Jorge Machado defendeu um "apoio sistematizado e com regras claras" aos corpos de bombeiros voluntários e disse que a alternativa a esse financiamento é o país "ficar sem resposta" em situação de emergência.
Questionado pela agência Lusa sobre se as finanças do Estado suportam essa despesa, o parlamentar comunista disse que "o que o país não pode suportar é o encerramento das suas corporações de bombeiros, porque é isso que está colocado em cima da mesa".
De acordo com Jorge Machado, que vai colocar a questão ao Ministério da Administração Interna em forma de requerimento, o Estado deve negociar com as estruturas representativas dos bombeiros formas de financiamento directo, em função de indicadores como a capacidade instalada de cada corporação e do seu volume de trabalho.
O deputado vai também questionar o Ministério da Saúde sobre a comparticipação estatal para o transporte de doentes, em defesa do pagamento de um valor "justo, já que o que está a ser pago nem sequer permite pagar os custos".
Lei Orgânica do MAMAOT
14:20
gtfsdoaltominho
Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I. P.
1 - O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I. P., abreviadamente designado por ICNF, I. P., tem por missão propor, acompanhar e assegurar a execução das políticas de conservação da natureza e das florestas, visando a conservação, a utilização sustentável, a valorização, a fruição e o reconhecimento público do património natural, promovendo o desenvolvimento sustentável dos espaços florestais e dos recursos associados, fomentar a competitividade das fileiras florestais, assegurar a prevenção estrutural no quadro do planeamento e actuação concertadas no domínio da defesa da floresta e dos recursos
cinegéticos e aquícolas das águas interiores e outros directamente associados à floresta e às actividades silvícolas.
2 - O ICNF, I. P., prossegue, designadamente, as seguintes atribuições:
a) Desempenhar funções de autoridade nacional para a conservação da natureza e a biodiversidade e de autoridade florestal nacional;
b) Assegurar a conservação da natureza e a gestão sustentável de espécies, habitats naturais da flora e da fauna selvagens e de geo -sítios, promovendo a elaboração e implementação de planos, programas e acções, nomeadamente nos domínios da inventariação, da gestão, da monitorização, da fiscalização e dos sistemas de informação;
c) Apoiar a formulação e promover a aplicação de políticas para as florestas e fileiras florestais, de políticas cinegéticas, apícolas, aquícolas das águas interiores e as relativas a outros produtos e recursos da floresta, coordenar as respectivas acções de desenvolvimento e promover a execução de estudos de carácter técnico -científico relacionados com a gestão de habitats e da fauna cinegética e aquícola, bem como o desenvolvimento sustentável e integrado do sector e das suas indústrias;
d) Coordenar a gestão do património florestal do Estado, formular e promover a aplicação das políticas para a gestão das áreas comunitárias, regular a gestão dos espaços florestais privados, promover a constituição e o acompanhamento das zonas de intervenção florestal, apoiar o associativismo e os modelos de gestão sustentável em áreas privadas e gerir o património edificado;
e) Promover a elaboração, avaliação e revisão de planos de ordenamento e de gestão da rede nacional de áreas protegidas, em articulação com a Direcção -Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos nos casos de áreas marinhas protegidas, e assegurar, em articulação com a Agência Portuguesa do Ambiente, I. P., o desenvolvimento dos instrumentos de gestão das restantes áreas classificadas, designadamente da Rede Natura 2000;
f) Assegurar a gestão da Rede Nacional de Áreas Protegidas e a implementação da Rede Natura 2000, em articulação com a Direcção -Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos, nos casos de áreas marinhas protegidas, e com a Agência Portuguesa do Ambiente, I. P., nos casos dos regimes relativos às espécies e habitats naturais protegidos;
g) Propor a criação de áreas classificadas, terrestres e marinhas, em articulação com a Direcção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos, e assegurar a gestão das que são de interesse nacional e, quando relevante, colaborar na gestão das que são de âmbito regional ou local;
h) Promover a articulação e a integração dos objectivos de conservação e de utilização sustentável dos recursos naturais na política de ordenamento do território e nas diferentes políticas sectoriais, visando a valorização económica e social do património natural como factor estruturante de diferentes sectores da actividade económica, nomeadamente no que se refere ao turismo da natureza;
i) Promover a implementação da Estratégia Nacional da Conservação da Natureza e da Biodiversidade e a Estratégia Nacional para as Florestas;
j) Promover e coordenar os planos de intervenção que visem a redução de impactes e a eliminação de efeitos promovidos por agentes bióticos e concretizar as políticas de defesa da floresta contra incêndios, implementando um dispositivo de prevenção estrutural;
l) Propor a regulamentação do acesso aos recursos genéticos selvagens e da partilha dos benefícios decorrentes da sua utilização e promover a aplicação do regime jurídico-administrativo daí decorrente, em articulação com outras entidades competentes nesta matéria;
m) Promover e desenvolver a informação, visitação e sensibilização das populações, dos agentes e das organizações na área da conservação da natureza e da biodiversidade, com vista a criar uma consciência colectiva da importância dos valores naturais;
n) Assegurar, em cooperação com as entidades competentes, o acompanhamento das questões, a transposição e o cumprimento do direito internacional e comunitário nas matérias da sua competência.
3 - O Fundo de Conservação da Natureza e Biodiversidade e o Fundo Florestal Permanente funcionam junto do ICNF, I. P., regendo -se por legislação própria.
4 - Funciona ainda junto da ICNF, I. P., o Conselho Florestal Nacional."
5 - O ICNF, I. P., é dirigido por um conselho directivo, constituído por um presidente, um vice -presidente e dois vogais.
domingo, 15 de janeiro de 2012
País - O Grupo de Intervenção Proteção e Socorro da GNR, o conhecido GIPS, vai perder competências - RTP Noticias, Vídeo
23:55
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sábado, 14 de janeiro de 2012
Extinto grupo da GNR de ataque a incêndios florestais
19:47
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O cenário pode representar para os militares - que estão alocados a sete companhias, um comando em Lisboa e a uma base permanente na Serra de Aires - o regresso a destacamentos ao longo do país e aos locais onde foram requisitados.
A denúncia partiu, sexta-feira, do porta-voz da Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda (ASPIG), José Alho, com base em orientações que o secretário de Estado da Administração Interna, Filipe Lobo D"Ávila, terá feito chegar ao Comando Geral da GNR, para que se proceda à extinção ocorra nas próximas semanas.
"Esta medida vai representar para o erário público o desbaratar de milhões de euros, que foram investidos em materiais, equipamentos e formação de recursos humanos", disse, ao JN, o dirigente, acrescentando que será "o combate aos incêndios florestais a sofrer o maior dano, tendo em conta os resultados obtidos".
"Estes militares contam com mais de 97% de eficácia nas suas acções. Pergunto: pode o país prescindir desta força especializada?", questionou José Alho.
Ao JN, fonte do Ministério da Administração Interna (MAI) rejeitou "comentar qualquer medida isolada" de "um pacote mais alargado que esta a ser preparado", não confirmando a extinção do GIPS, que foram criados em 2006 pelo então ministro socialista António Costa - na altura com um corpo de 710 militares.
A concretizar-se a medida, o ministério de Miguel Macedo acederá às exigências da Liga Bombeiros Portugueses (LBP) que há anos exige o fim das "superestruturas do GIPS". "A verificar-se é uma boa decisão. A GNR tem créditos firmados na área da segurança do país e ai deve apostar. O combate aos incêndios deve ser para os bombeiros e não para estruturas que recebem 14 meses por ano e apenas trabalhavam quatro meses, cuja formação era dada por nós", reagiu Jaime Soares, presidente da LBP.
Nuno Miguel Ropio
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Despacho n.º 276/2012
16:03
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de 2011 da Sr.ª Ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, determino o seguinte:
1 — Aos diretores nacionais da Autoridade Florestal Nacional são afetas as seguintes áreas de atuação e responsabilidade:
a) Ao Diretor Nacional, Engenheiro Paulo José Vaz Rainha Mateus,as áreas correspondentes à Defesa da Floresta e, consequentemente, a coordenação da atividade da Direção de Unidade da Defesa da Floresta,incluindo a da Divisão de Sanidade Florestal dela dependente;
b) Ao Diretor Nacional, Engenheiro Gonçalo Nuno Ferreira Ribeiro Alves, as áreas correspondentes às Fileiras Florestais e a coordenação da atividade da Direção de Unidade das Fileiras Florestais e da Divisão de Investimentos Certificação e Apoios Públicos, dela dependente;
c) Ao Diretor Nacional, Engenheiro João Alexandre Silva Rocha Pinho, as áreas da Gestão Florestal e a coordenação da atividade da Direção de Unidade da Gestão Florestal e da Divisão para a Intervenção Florestal, dela dependente.
2 — Delego nos dirigentes acima referidos, no âmbito das respetivas áreas de atuação, os poderes para a prática dos seguintes atos:
a) Tratar e assinar todo o expediente e correspondência no âmbito da gestão corrente das áreas e unidades orgânicas que lhes estão afetas e, em meu nome, a endereçada a titulares de cargos de direção superior de quaisquer serviços da Administração Central e Local, com exceção da dirigida a Membros do Governo, seus Gabinetes e a instituições comunitárias e internacionais;
b) Decidir, de acordo com as orientações por mim emanadas, sobre os assuntos das áreas e unidades orgânicas que lhes estão afetas;
c) Gerir os meios humanos e os equipamentos afetos às unidades orgânicas na sua dependência;
d) Autorizar deslocações em serviço dentro do território nacional, em qualquer meio de transporte com exceção de avião e viatura própria, bem como o processamento dos correspondentes abonos ou despesas com a aquisição de bilhetes ou títulos de transporte e de ajudas de custo, antecipadas ou não.
3 — Delego ainda no Diretor Nacional, Engenheiro João Alexandre Silva Rocha Pinho, as seguintes competências:
a) Emitir ou sancionar os pareceres especializados a que se refere o Decreto -Lei n.º 69/2000, de 3 de maio, na redação em vigor, solicitados à AFN no âmbito de procedimentos de avaliação de impacte ambiental, e bem assim, os pareceres a emitir no âmbito dos procedimentos de elaboração e aprovação de instrumentos de gestão territorial e de áreas classificadas;
b) Autorizar, durante a minha ausência ou impedimento, a condução de viaturas oficiais em deslocações de serviço dentro do território nacional;
c) Gerir os centros que compõem a Rede Florestal, Centro de Amarante, Centro da Lousã e Centro do Escaroupim, conforme o disposto no n.º 5 do Artigo 14.º da Portaria n.º 35/2009, de 16 de janeiro;
4 — São ratificados todos os atos praticados pelos identificados dirigentes no âmbito dos poderes ora delegados, desde 22 de novembro de 2011.
5 — O presente despacho produz efeitos na data da sua publicação do Diário da República.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Uma centena de trabalhadores das corporações de bombeiros do Alto Minho com emprego em risco
17:22
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Viana do Castelo, 06 set (Lusa) - As corporações de bombeiros do distrito de Viana do Castelo poderão ter de dispensar cerca de uma centena de trabalhadores tendo em conta a diminuição nas requisições para o transporte de doentes não urgentes.
"Face à drástica diminuição na requisição dos serviços de transportes em 2011, acredito que corporações do distrito terão de dispensar mais de metade dos 180 trabalhadores contratados para assegurar estas funções", explicou à Lusa o presidente da federação distrital de bombeiros.
Segundo Luís Alberto Coelho, em 2011, face às "alterações e restrições introduzidas pelo ministério da Saúde, "o transporte não urgente de doentes sofreu quedas entre 60 a 70 por cento na generalidade das onze corporações do distrito que asseguram este tipo de serviço".
Planos de Gestão Florestal - Acção de Formação
17:09
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• Dotar os formandos de conhecimentos adequados em AVALIAÇÃO DOS RECURSOS DA
UNIDADE DE GESTÃO, nomeadamente nos métodos de inventário florestal, pragas e doenças,
recursos micológicos, biodiversidade, etc;
• Proporcionar conhecimentos sobre os métodos e técnicas de MONITORIZAÇÃO.
• Dotar os formandos de conhecimentos na área de metodologias de ordenamento de espaços
florestais;
• Aplicar os conceitos apreendidos a estudo de casos;
• Identificar e aplicar os procedimentos para inventário da biodiversidade, FAVC (florestas de alto valor de conservação), florestal, pragas e doenças, recursos micológicos etc.;
• Descrever o conceito e princípios da monitorização;
• Planificar a realização de uma monitorização (casos práticos)
Autoridade Florestal Nacional
Direcção de Unidade de Organização, Planeamento e Recursos Humanos
• Simular a execução de uma monitorização (casos práticos);
• Avaliar os resultados da monitorização (casos práticos);
• Identificar e aplicar metodologias de ordenamento dos espaços florestais;
Destinatários:
Dirigentes, técnicos superiores, assistentes técnicos
OBS. Para mais informações contacte Schoolhouse Porto através:
- 964152581
- sofia.borges@schoolhouse.pt
25 Horas
Calendarização
Janeiro de 2012 (4 sábados)
Conteúdo Programático:
I - Análise dos Requisitos do plano de gestão
• Análise dos Requisitos do plano de gestão das Matas Nacionais
• Análise dos requisitos do PGF para áreas florestais privadas
• O PGF e os requisitos dos sistemas de certificação PEFC Portugal e do FSC
II - Avaliação dos recursos da unidade de gestão /monitorização do plano de gestão
florestal - casos práticos - 15 horas
• O plano de gestão e a avaliação dos critérios e indicadores de GFS
• Inventário florestal
• Inventário dos recursos micológicos
• Pragas e doenças
• Inventário da biodiversidade/FAVC
III - Metodologias de ordenamento de espaços florestais
– casos práticos - 5horas
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
PROJETO EEA GRANTS
12:54
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A ADERE-PG (Associação de Desenvolvimento das regiões do Parque Nacional da Peneda Gerês) desenvolveu de Março de 2009 a Abril de 2011 um projecto financiado pelo mecanismo económico europeu, EEA Grants. A área de intervenção deste projecto abrangeu sete baldios do planalto da Mourela, no concelho de Montalegre, que se localiza no extremo NE do Parque Nacional da Peneda Gerês - PNPG. É uma região onde as inter-relações Homem e natureza se perdem no tempo. Os testemunhos dessa relação persistem, atribuindo à paisagem traços únicos de culturalidade e de natureza, em que o Homem é o agente modificador da paisagem.
ENQUADRAMENTO
Nos sistemas agrários tradicionais era a produtividade dos matos/urzais que garantia o alimento para todo o gado caprino e ovino e uma grande parte do gado bovino e equino.
O pastoreio do gado controlava o crescimento dos matos/urzais e fertilizavam os solos através dos seus excrementos. Desta forma, o efetivo pecuário contribuía para o aumento da produtividade e qualidade da pastagem, mas também contribuía para a diminuição da acumulação da biomassa, complementado com a realização de queimadas controladas levava à diminuição dos riscos de incêndios.
Porém, estes sistemas agrários entraram em colapso por falta de mão-de-obra e consequente abandono agrícola, o que tem provocado a emersão de diversos fatores de ameaça que provocaram a acumulação de grandes quantidades de biomassa nas áreas serranas e a ocorrência de intensos fogos descontrolados, que periodicamente devastam o território.
OBJETIVOS DO PROJETO (Atividade1)
O presente projeto entreviu de forma integrada no território do Parque Nacional, particularmente no Planalto da Mourela, de modo a promover o uso sustentável dos matos/urzais, contribuindo para a conservação da biodiversidade e para a melhoria das condições socioeconómicas das populações rurais e, ainda, para a diminuição da perda de Património Cultural, representado pela perda de conhecimento da utilização das técnicas tradicionais nas novas gerações.
ATIVIDADE 1
O projeto incluiu 5 atividades, a atividade 1 referiu-se à reabilitação, organização e gestão comunitária, fornecendo apoio técnico e condições materiais aos Órgãos Gestores dos Baldios, recuperando técnicas tradicionais de maneio das áreas de pastagem de modo a reduzir a ocorrência de fogos descontrolados e reabilitando as práticas tradicionais de maneio do gado (vezeiras). Nesta actividade foram realizadas acções de fogo controlado (queimadas), roço de mato, condução de giestal e apoio à vezeira, para cada um dos 7 baldios do projecto.Em cada um dos baldios foi feito o levantamento das áreas a intervir para a realização das queimadas, dependendo da orografia do terreno e das caraterísticas de cada um. Essas áreas foram marcadas em carta militar para posteriormente serem aprovadas. Estas intervenções ficaram a cargo dos baldios, depois de estarem asseguradas todas as condições legais exigidas para a realização das mesmas, nomeadamente as licenças e o acompanhamento técnico específico. A importância destas queimadas controladas é consumir as partes lenhosas e envelhecidas das plantas arbustivas, ficando as cinzas a fertilizar e a promover a produtividade da pastagem.

Em complemento com estas intervenções, definiram-se as áreas preferenciais para a passagem das vezeiras, de acordo com as diferentes zonas e épocas em que se realizaram as queimadas. Nessa altura, o gado assume um papel fertilizador e de controlador, alimentando-se dos novos rebentos, fertilize essas áreas para a rápida regeneração da vegetação e controlando o crescimento excessivo dos matos.
A sustentabilidade do projecto apoia-se também noutra vertente, em que se desenvolveram condições de visitação para dar a conhecer estas práticas e a sua importância para a conservação da paisagem e manutenção do território. Nomeadamente, percursos interpretativos e materiais pedagógicos, como forma de promoção e integração das atuais estratégias da Educação para o desenvolvimento sustentável. Aproveitando as potencialidades ecoturísticas da região, como forma de as promover e dinamizar.







