quarta-feira, 18 de maio de 2011

CAMINHA | SIMULACRO NA EB1 DE CAMINHA

Numa colaboração conjunta entre o Serviço Municipal de Protecção Civil, Corporação de Bombeiros de Caminha e Agrupamento de Escolas Coura e Minho, realizou-se no passado dia 16 de Maio um Simulacro de Incêndio na Escola Básica e Jardim de Infância de Caminha.



A acção teve como principais objectivos avaliar o Plano de Emergência do estabelecimento de ensino, detectar e corrigir eventuais disfunções do Plano de Emergência e testar e criar rotinas de comportamento da população da escola face a situações de emergência.



Participaram ainda a GNR, o INEM e o CDOS de Viana do Castelo, para além de se ter feito notar toda a colaboração prestada pela escola onde se realizou a acção.



Na globalidade, considera-se que a acção decorreu de uma forma muito positiva, tendo ficado demonstrado que a comunidade escolar daquele estabelecimento se encontra preparada para dar resposta a uma situação real e já possui uma rotina no seu comportamento face a uma emergência. Ficou também demonstrada a capacidade de resposta rápida e eficaz dos agentes locais de socorro.



Ao exercicio, seguiu-se um briefing com as entidades envolvidas, directa e indirectamente, onde foram analisados os aspectos positivos e negativos, estes ultimos a corrigir.



Ficou o compromisso de fomentar uma rotina em todo o agrupamento de escolas, no sentido de melhor preparar a comunidade para situações reais que possam ocorrer.



Amélia Freitas

SMPC Caminha




segunda-feira, 16 de maio de 2011

CAMINHA|Programa Lugar Seguro apresentado à população em Azevedo



A população foi chamada a intervir na prevenção dos incêndios. Através do Programa Lugar Seguro, apresentado no sábado, dia 14, pretende-se tornar a freguesia mais protegida contra os incêndios florestais e promover uma cultura de valorização do Espaço Florestal da Freguesia.

A sessão de apresentação do Programa teve lugar no Edifício da Junta de Freguesia de Azevedo. Estiveram presentes Flamiano Martins, vereador da Câmara Municipal de Caminha; Júlio Afonso, Presidente da Junta de Azevedo; Amélia Freitas, do GTF do Municipio; Ivo Gomes, da Autoridade Florestal Nacional; elementos do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente da GNR e a Equipa de Sapadores de Vila Nova de Cerveira.

O Programa Lugar Seguro propõe uma série de actividades e acções lideradas pela população, tais como: reflorestações, protecção das habitações, criação de equipas de protecção à floresta, formações, entre outros exemplos dados a conhecer no sábado.


Os participantes da sessão puderam ainda ver numa situação real, quais os procedimentos necessários para ã protecção das edificações, através da demonstração de execução de uma Faixa de Gestão de Combustivel, proporcionada pela Equipa de Sapadores de Vila Nova de Cerveira.


O programa detém um âmbito distrital, sendo promovido pela Comissão Distrital de Defesa da Floresta Contra Incêndios, no âmbito da execução das acções previstas no Plano Distrital de Defesa da Floresta Contra de Incêndios de Viana do Castelo.

Amélia Freitas

GTF Caminha

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Prescribed Fire Training Center - USA



Postado por: Emanuel de Oliveira
SMPC-GTF de Vila Nova de Cerveira

terça-feira, 26 de abril de 2011

Template para PowerPoint 1

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Autor: Emanuel de Oliveira
SMPC-GTF VN Cerveira

segunda-feira, 25 de abril de 2011

WALLPAPERS







Postado por: Emanuel de Oliveira
SMPC-GTF de Vila Nova de Cerveira

FIRE-117 - Uma boa forma de apagar incêndios! Será que funciona em incẽndios florestais!?



Postado por Emanuel de Oliveira
SMPC-GTF de Vila Nova de Cerveira

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Governo decide redução de 11,5 milhões no combate aos incêndios

A redução dos meios de combate aos incêndios florestais vai permitir ao Estado poupar cerca de 11,5 milhões de euros comparativamente ao ano passado, segundo avançou hoje o secretário de Estado da Protecção Civil, Vasco Franco, durante a apresentação da Directiva Operacional Nacional - Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF) de 2011.

"É uma redução menor do que aquela que chegamos a temer", disse o mesmo responsável.

A Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) vai investir 45 milhões de euros nos meios aéreos e 17 milhões de euros no dispositivo terrestre, num total de 62 milhões de euros, sendo que esta verba não contempla o custo correspondente aos meios da Autoridade Florestal Nacional, do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS) da GNR, nem de cada uma das autarquias.

A fatia de leão desta poupança (10 milhões de euros) diz respeito ao menor número de meios aéreos afectos aos dispositivo - 41 contra 56 do ano passado -, embora o Governo garanta que não estará em causa a eficácia do combate aos incêndios.

"Tendo sido necessário prescindir de meios aéreos, prescindimos daqueles que nos ofereciam menos capacidades", afirmou Vasco Franco.

Este ano, o Governo não vai contratar os habituais Canadair, "muito antigos e que, no ano passado, tiveram uma alta taxa de inoperacionalidade", sublinhou o mesmo responsável.

Na passada sexta-feira, foi aberto o concurso público internacional para a contratação de aviões anfíbios, cuja capacidade de transporte de água é de cerca de metade dos primeiros.

"São aviões mais pequenos, o que lhes permite abastecer em espaços água mais pequenos, o que faz com que os intervalos de descarga sejam melhores", explicou o presidente da ANPC, major-general Arnaldo Cruz.

No que diz respeito aos meios terrestres, na fase Bravo (de 1 a 30 de Junho) há uma redução de 3%, na fase Charlie (entre 1 de Julho e 30 de Setembro) de 8%, sendo que na fase Delta (de 1 a 15 de Outubro) a diminuição é "residual".

O comandante nacional da protecção civil, Vaz Pinto, confessou que esperava "trabalhar com um dispositivo mais alargado do que o actual".

Fonte: Jornal de Notícias

Foto: http://www.bombeiros.pt

terça-feira, 19 de abril de 2011

Fogo Controlado em Caminha

Bissemanário Alto Minho, nº 952 de 18 de Abril de 2011

Técnicos de protecção civil pedem investimento na prevenção de incêndios

O presidente da Associação Portuguesa de Técnicos de Segurança e Protecção Civil (ASPROCIVIL) apelou hoje para se investir nas medidas de prevenção de incêndios, uma vez que os meios de combate vão ser reduzidos este ano.

«O combate a incêndios não se faz só com os meios aéreos. Apostamos muito no princípio de que o combate a incêndios é uma consequência da falta de medidas de prevenção», disse Ricardo Ribeiro à Agência Lusa.

Questionado sobre a redução, este ano, dos meios envolvidos no combate aos incêndios, anunciada pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) e justificada pela «necessária contenção da despesa pública», o responsável disse ser «sempre preocupante».

«Apelamos que, em compensação a essa realidade que toda a gente compreende que é consequência da crise orçamental que o país vive, o Governo, as câmaras municipais, os proprietários dos terrenos, nomeadamente os agricultores e as associações de agricultores, e a Autoridade Nacional Florestal percebam que com menos meios há a necessidade de aumentar a fiscalização e as medidas de prevenção para diminuir o número de ignições», sublinhou.

Relembrando que todos os anos apela ao «aumento do enfoque dos decisores nas medidas de prevenção», Ricardo Ribeiro defendeu que «este ano, dada a realidade orçamental, é fundamental investir-se neste trabalho que antecede o tempo mais crítico dos incêndios».

«Se tal não acontecer, prevejo que a gente venha a ter problemas graves», alertou.

De acordo com a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), o dispositivo especial de combate a incêndios de 2011 será constituído, na fase mais crítica de fogos (fase Charlie, entre 1 de Julho e 30 de Setembro), por 41 meios aéreos (34 helicópteros médios e ligeiros para ataque inicial, cinco helicópteros pesados e dois aviões médios anfíbios para ataque ampliado), segundo a ANPC.

Quanto aos meios terrestres, o dispositivo incluirá nesse período 9.210 elementos, 2.197 equipas, grupos ou brigadas das diferentes forças e serviços envolvidos e 2.019 viaturas, além de 12 máquinas de rasto, cedidas pela Autoridade Florestal Nacional.

Em 2010, estiveram operacionais na fase Charlie 9.985 elementos, 2.177 veículos e 56 meios aéreos.

Lusa/SOL

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Campanha de sensibilização contra incêndios - Valença * Porto Canal



Postado por Eduardo Afonso
SMPC/GTF de Valença

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